AS INVENÇÕES DE JORGE JESUS. PIZZI É O PROXIMO

PIZZI PODE SER MAIS UM "PRODUTO" CRIADO
 
André Almeida

No Belenenses atuava como médio e na equipa B do Benfica também. No entanto, Jesus começou a adaptá-lo às laterais da defesa e a aposta revelou-se acertada, ao ponto de ter sido chamado por Paulo Bento para o Mundial’2014.

Enzo Pérez

Foi considerado um dos melhores extremos do campeonato argentino e o Benfica não hesitou em contratá-lo. Ainda chegou a ser utilizado nas faixas do miolo, mas, após a saída de Witsel, Jesus colocou-o na posição oito. O resultado está à vista.

Pizzi à espera do lugar a 8

Ruben Amorim

Chegou a ser numero 10, mas foi recuando no terreno quando chegou à Luz, até alinhar como lateral. Saiu para o Sp. Braga, descontente com a opção de Jesus, mas voltou para assumir-se como um médio-defensivo muito fiável.

Fábio Coentrão

A carreira de extremo teve o seu epílogo quando chegou “às mãos” de Jesus. Sem espaço no meio-campo, face à concorrência de Di María, o técnico adaptou-o à esquerda da defesa. O resto da história já é sobejamente conhecida.

Melgarejo

Sem espaço na Luz, foi emprestado ao Paços de Ferreira e acabou por ser considerado um dos melhores extremos do campeonato. No regresso ao Benfica ficou a conhecer uma nova realidade: o lado esquerdo da defesa.

Matic

“Gosto mais de jogar como oito ou a 10”. As intenções de Matic quando ainda jogava no Vitesse não foram correspondidas por Jesus. Andou uma época a ser preparado para sucessor de Javi e o trabalho só pode ter sido bem feito.

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